domingo, 25 de fevereiro de 2007

IA

Ela não queria rir ou chorar.
a vida batia que nem o sol na janela, ainda cedo.
ela sabia que ia aumentar.
No sonho, a onda crescia, batia nela, mas não doia.
A vida se repetiu em cenas assim, muitos anos...
Ela não estava motorizada, nem de unhas compridas ou pintadas,
seu único poder era tirar de si a coragem, e reinventar o mundo
que via com aqueles dois olhos míopes..